O aumento da procura, a oferta de maior qualidade, o aparecimento de novas empresas e a descida do IVA na restauração conjugaram-se para que o turismo tenha criado, só este ano, 40 mil empregos. Falta combater a sazonalidade e descentralizar para o interior, diz o ministro da Economia, Caldeira Cabral.
“Temos a convicção de que, para continuar a crescer, o turismo tem de se afirmar com qualidade”, explicou o ministro, em entrevista exclusiva ao JN/Dinheiro Vivo, referindo-se à conjugação de fatores externos, desde os atentados terroristas em França à instabilidade persistente no Norte de África, que mantêm o destino apelativo para os europeus (e não só). “Estive, há tempos, num hotel em Mondim de Basto que tem uma oferta diferenciadora e de qualidade que lhe permite ter a ocupação a 75%. Portanto, o caminho da sustentabilidade é esse”, afirmou.
Nesta semana de comemoração do Turismo, o Governo tem apresentado projetos como o “Tourism for All”, que inclui um apoio financeiro de cinco milhões de euros “para hotéis fazerem melhoramentos como rampas de acesso ou ementas em braille”, de forma a estarem aptos a receber os turistas que representam 20% das pernoitas na hotelaria europeia – os que têm mais de 65 anos – e que têm “mais disponibilidade para viajar fora da época alta e para o Interior”. A amparar esta estratégia, “já conseguimos captar, este ano, 55 novas rotas aéreas para Portugal, das quais algumas que eram sazonais se converteram em regulares, o que significa que vamos conseguir crescer também fora da época alta”, adianta o ministro.
Portugal Destino Wi-fi é o nome de outro projeto que visa dotar os centros históricos de internet grátis para turistas. “Vai permitir-nos obter publicidade de borla porque quem utilizar vai partilhar nas redes sociais”, explica Caldeira Cabral, acrescentando a “visibilidade que o acesso à internet dará aos negócios que estão a surgir para o turismo”.
Enquanto o programa Revive colocará 30 edifícios do Património do Estado ao dispor do turismo, através da concessão a privados que os reabilitem para o efeito, o Governo vai “continuar a investir na formação dos recursos humanos através das escolas de hotelaria”. Segundo o ministro da Economia, “os cursos foram reforçados, já este ano, recebendo mais cerca de 10% de alunos, devendo esse valor continuar a aumentar no próximo ano”.
Sem querer comentar de que forma a ameaça de um segundo resgate financeiro a Portugal poderá colocar em causa a imagem externa do país ou abalar a retoma de 30% das dormidas que pertencem ao mercado interno do turismo, Caldeira Cabral adiantou apenas que o aumento do emprego na hotelaria e restauração reflete “não só o aumento da procura, mas também da confiança dos empresários, o que indica que o crescimento [do turismo] é sustentável”. Também o aumento das receitas do turismo, correspondendo já a 17% das exportações, é sinal de “prosperidade” do setor.
Fonte: in AICEP
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