Quase um terço dos estabelecimentos de alojamento local registados em 2017 dizem respeito “única e exclusivamente” a legalizações, devido à obrigação de as plataformas eletrónicas exigirem o número de registo, de acordo com a associação do setor.
Estima-se que este ano, das novas aberturas, que foram cerca de 18 mil, 6.500 digam respeito única e exclusivamente a esta ação de legalização”, declarou à agência Lusa o presidente da Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP), Eduardo Miranda, advogando que esta “foi talvez das ações de legalização mais importantes e com maior efeito que já se fizeram até hoje”.
Segundo dados do Registo Nacional de Estabelecimentos de Alojamento Local (RNAL), disponibilizado pelo Turismo de Portugal, o alojamento local em Portugal mais do que quadruplicou nos últimos três anos, passando de cerca de 13 mil estabelecimentos registados até 2014 para mais de 55 mil espaços hoje existentes um pouco por todo o país.
Sobre o impacto do alojamento local no arrendamento tradicional, o presidente da ALEP advogou que é uma questão pontual, considerando que “todo o debate que está a ser gerado em torno da habitação diz respeito a três freguesias quando o alojamento local está em 1.587 freguesias”.
Neste sentido, qualquer medida que seja restritiva ao alojamento local “só pode ser pensada em situações excecionais, ou seja, não se vai criar restrições onde não há problemas”, defendeu Eduardo Miranda, acrescentando que “com algum bom senso e alguma criatividade se encontram soluções construtivas”.
Para a ALEP, o principal desafio “é tornar o arrendamento tradicional mais atrativo”.
In: Expresso
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